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Samsung confirma Galaxy S3 Mini

Além de ter tela menor, modelo também apresenta configurações técnicas inferiores ao Galaxy S3 e frustra expectativas.

Ações do Facebook caem após declarações de Zuckerberg

Queda de 15% nos últimos 20 dias coloca rede social novamente em estado de alerta.

Altos impostos ainda atrapalham fabricação do PlayStation 3 no Brasil

Durante Brasil Game Show, executivo da Sony comenta as dificuldades da empresa para trazer produção do console para o país.

Exclusivos do PS3 chegarão com áudio e legenda em português

Durante conferência da Sony na BGS, executivo confirmou localização dos principais games da empresa. The Last of Us ainda é incógnita.

sábado, 13 de outubro de 2012

Ações do Facebook caem após declarações de Zuckerberg Queda de 15% nos últimos 20 dias coloca rede social novamente em estado de alerta.



As ações do Facebook seguem em um caminho incerto. Desde o último dia 19 de setembro, quando Mark Zuckerberg, fundador do site, deu algumas declarações sobre como explorar os anúncios em sua plataforma mobile, as ações acumularam uma queda de 15%.
Atualmente, o valor de mercado de uma ação da rede social se encontra em US$ 19,51. Vale lembrar que, à época do seu lançamento, os valores chegaram a ultrapassar a marca de US$ 40. De acordo com especialistas, o mercado mobile ainda está bastante indefinido e essa incerteza pode minar o ROI (retorno sobre o investimento), fazendo com que os empresários tenham mais cautela antes de apostas as suas fichas nesse tipo de papéis.
A plataforma de anúncios na versão mobile do Facebook continua a ser uma grande preocupação para os investidores. Isso acontece porque, no mês de setembro, a rede social percebeu uma queda de 20% nos acessos vindos via desktop, maior fonte de receitas do site.
Os acessos a partir de plataformas mobile, em contrapartida, continuam crescendo, mas Zuckerberg ainda não encontrou uma fórmula pra monetizar esse volume de visitantes de maneira satisfatória.

Fonte: MarketWatch

Samsung confirma Galaxy S3 Mini Além de ter tela menor, modelo também apresenta configurações técnicas inferiores ao Galaxy S3 e frustra expectativas.



Os rumores se confirmaram. A Samsung anunciou nesta quinta-feira (11) o lançamento do Galaxy S3 Mini, uma versão “simplificada” do seu principal smartphone, o Galaxy S3. Entretanto, diferente do que muitos previam, além da tela menor o novo modelo traz também configurações mais modestas, o que o torna uma espécie de versão “Lite” do S3.
O Galaxy S3 Mini possui tela Super AMOLED de 4 polegadas, com resolução de 800x480 pixels, processador dual-core de 1 GHz e rodará a versão Jelly Bean do Android. A memória RAM não foi informada, mas provavelmente será de 1 GB.
A câmera traseira, que na versão principal era de 8 megapixels, foi substituída por uma câmera inferior, de 5 megapixels. Já a câmera frontal é apenas VGA. O aparelho estará disponível em versões de 8 GB e 16 GB de armazenamento, podendo ser expandido para até 32 GB com cartão microSD.
A empresa sul-coreana não divulgou informações sobre preço ou data de lançamento. Entretanto, a revendedora Clove, do Reino Unido, informou que o valor da versão desbloqueada deve ser de 249 libras (o equivalente a R$ 814, sem impostos).

Fonte: Slashgear

MANUTENÇÃO

Exclusivos do PS3 chegarão com áudio e legenda em português Durante conferência da Sony na BGS, executivo confirmou localização dos principais games da empresa. The Last of Us ainda é incógnita.



De modo semelhante ao que aconteceu na edição do ano passado, a conferência da Sony na Brasil Game Show 2012 teve um foco muito grande na localização de seus principais games. Durante sua apresentação, o vice-presidente do PlayStation na América Latina, Mark Stanley, anunciou que vários dos lançamentos da empresa chegarão ao país com áudio e legendas em português.
Como você já conferiu aqui no BJ, God of War: Ascension não apenas será dublado no nosso idioma como também usará a voz de um jogador em um dos personagens a partir de uma campanha realizada pela empresa. Será a primeira oportunidade para ouvirmos a versão verde-amarela do Deus da Guerra.
Além do retorno de Kratos, outros títulos também chegarão aqui totalmente localizados. É o caso de PlayStation All-Stars Battle RoyaleWonderbook: Book of Spells e LittleBigPlanet Karting — todos com lançamento previsto para os próximos meses. Por outro lado, a Sony disse ainda não ter nada certo sobre a adaptação de The Last of Us, um dos jogos mais aguardados de 2013, para o português.


Fonte: G1
Via BJ

Altos impostos ainda atrapalham fabricação do PlayStation 3 no Brasil Durante Brasil Game Show, executivo da Sony comenta as dificuldades da empresa para trazer produção do console para o país.



Uma das principais dúvidas do jogador brasileiro em relação ao PlayStation 3 está exatamente em seu preço. Por que a Sony não faz como a Microsoft e não passa a fabricar o console em nosso país? Pois a resposta finalmente veio durante a Brasil Game Show 2012, quando o vice-presidente do PlayStation na América Latina, Mark Stanley, comentou o assunto.
Porém, quem esperava boas novas pode se decepcionar. Segundo ele, ainda não há previsão para o console ser produzido no Brasil, uma vez que há uma série de questões legais e estruturais que impossibilitam que isso aconteça.
Isso não significa, contudo, que a ideia está fora de cogitação. Segundo o vice-presidente, a Sony está procurando alternativas para baratear o preço do aparelho no mercado nacional, seja a partir de sua fábrica em Manaus ou de uma empresa terceirizada. Além disso, ele explicou que a companhia está negociando com o governo a questão das taxas, que descreveu como “astronomicamente altas”.
Além disso, Stanley reforçou que, mesmo sem o PS3 “Made in Brazil”, a companhia está se esforçando para trazer preços mais acessíveis em seus produtos, incluindo os próprios jogos.

Mais jogos na PlayStation Store brasileira

Já em relação aos títulos disponíveis na PlayStation Store — que também será reformulada no próximo dia 23 —, o executivo afirmou que é apenas uma questão de tempo para que a quantidade de novidades alcance um nível semelhante ao da loja norte-americana e que há “um exército de advogados” lutando para que isso aconteça. No entanto, nada sobre o preço dos títulos foi comentado.


Fonte: G1Olhar Digital
Via BJ

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Memória flash: o que o futuro reserva para nossos computadores?



Os drives de estado sólido, também conhecidos como SSD, têm conquistado cada vez mais popularidade. Mesmo que o valor desses drives ainda seja proibitivo para muitos — principalmente no caso de modelos com grande capacidade de armazenamento — o SSD tem conseguido se infiltrar aos poucos.
Esse é o caso dos modelos híbridos, ou seja, drives que apresentam leitura e gravação mecânicas, mas que agilizam o acesso aos arquivos mais usados por meio de uma área baseada na tecnologia SSD.
Entretanto, o caminho para destronar os discos rígidos pode ser longo e cheio de obstáculos. Parte das dificuldades a serem enfrentadas pelo SSD está relacionada com as limitações atuais da memória flash, que precisam ser contornadas em um futuro não muito distante.

Grandes problemas de proporções pequenas

De acordo com a Lei de Moore, o número de transistores que cabe no espaço de um determinado componente, como um chip, dobra a cada 18 meses. A princípio, podemos argumentar que essa regra está caminhando para o fim e, recentemente, recebeu até mesmo um complemento para se adequar melhor aos dias de hoje.
Porém, quando o assunto são as memórias flash do tipo NAND, a Lei de Moore ainda pode ser aplicada com segurança. Os SSDs atuais usam memórias flash com processos de 25 a 20 nanômetros e, recentemente, a Toshiba anunciou uma nova linha de drives com processos de 19 nm.


Como sabemos, para a indústria de eletrônicos, quanto menor for um componente, melhor. Pelo menos na maior parte das vezes essa redução indica um custo menor — já que se usa menos material — e a possibilidade de integrar mais memória flash em um único chip, o que na prática pode ser traduzido como SSD com mais capacidade de armazenamento. Como se não bastasse, componentes menores também exigem menos energia para funcionar, o que os torna ainda melhores para dispositivos móveis.
Mas assim como em jogos de video game, quando um item ou personagem é “apelão” demais, ele precisa, necessariamente, ter uma desvantagem para manter o jogo mais justo. E, no caso da memória flash, ela possui como “calcanhar de aquiles” o seu tempo de vida: quanto mais atividade de escrita (gravação de dados), mais rapidamente as células de memória se deterioram.

Elétrons presos, dados gravados

As células de memória flash são, na verdade, transistores de gate flutuante, ou seja, que não apenas permitem que a energia elétrica passe de um eletrodo para outro, mas que também armazenam os elétrons em uma determinada parte (gate flutuante) e mantêm esse estado. Dessa forma, quando o sistema é desligado, as células de memória flash ainda retêm essa informação.
Porém, durante esse processo, elétrons desnecessários podem ficar presos nesse gate. A princípio, eles não são um problema, mas com o passar do tempo a quantidade de elétrons presos aumenta e, então, a presença deles altera a resistência elétrica da célula de memória flash.
Quando um dado precisa ser gravado em uma célula, os elétrons são puxados para dentro dela, num curto intervalo de tempo. Mas quando a resistência elétrica de um desses transistores começa a aumentar, a célula precisa de uma corrente cada vez mais alta e de mais tempo para gravar a informação. Chega um ponto em que essa corrente é tão grande e a gravação se torna tão demorada que a célula simplesmente não funciona mais, e deixa de gravar dados.

Redução de tamanho, redução de vida útil

Um dos problemas a ser enfrentado no futuro da memória flash diz respeito a essa perda rápida de vida útil. Quanto menores ficam os chips, menor fica o gate que armazena os elétrons e, portanto, menor é a capacidade de guardar o resíduo que as cargas deixam no “compartimento”. Na prática, isso resulta em uma vida útil ainda mais curta.
E, por incrível que pareça, o problema pode ficar ainda mais complicado. Existem pelo menos duas implementações de células de memória flash: a Single Level Cell (SLC), que armazena um único bit em gate flutuante, e a Multi-Level Cell (MLC), que pode trabalhar com mais de um bit ao mesmo tempo.




Como é de se esperar, as células do tipo MLC precisam de um controle muito mais preciso de voltagem na hora de armazenar dados. Elas não lidam apenas com a presença ou ausência de carga elétrica, mas com quantidades específicas dela. Por isso, esses resíduos que permanecem nos gates tornam a vida útil da MLC muito menor do que a da SLC. De acordo com o artigo da Ars Technica, essa diferença é dramática: se o tempo de vida médio de uma SLC é de 100 mil operações de escrita, o da MLC de 20 nm é de apenas 3 mil.
Hoje, por exemplo, já existe a Triple Level Cell (TLC), ou seja, células que trabalham com 3 bits de informações. Infelizmente, elas ainda não estão sendo vendidas nos produtos que encontramos facilmente, pois o tempo de vida delas é ainda mais curto e consiste em apenas algumas centenas de gravações.
Por outro lado, essa redução de tamanho e aumento de densidade se fazem cada vez mais necessários. Daqui a muitos anos, as TLCs possibilitariam, por exemplo, criar chips de até 14 TB. E caso você ainda não tenha percebido a sutileza, reforçamos: chips, não drives! Cada drive SSD poderia abrigar muitos chips desses. Mas, para que isso se torne realidade, muitos problemas de engenharia precisam ser resolvidos.

Soluções atuais e futuras

É fácil perceber que o futuro do mercado pertence às empresas que apresentarem as melhores soluções para os problemas de densidade e ciclo de vida. Por isso, duas delas já estão se destacando e fornecendo SSDs com recursos interessantes.
Uma das alternativas disponíveis atualmente é a DuraWrite, um controlador de células flash produzido pela LSI/Sandforce e que promete aumentar o tempo de vida delas em até 20 vezes.



De maneira semelhante, a Indilinx também possui sua solução. Conhecida como Ndurance, a tecnologia é descrita como uma “suíte de gerenciamento avançado de memória flash NAND” e que pode “aumentar drasticamente o tempo de vida das células”.
Não é muito fácil encontrar detalhes técnicos sobre essas duas soluções, mas, de acordo com a Ars Technica, a Ndurance possui um sistema de correção de erros capaz de ler dados das células mais prejudicadas possíveis. Além disso, os chips são gerenciados por uma espécie de RAID e um buffer acumula alterações para gravá-las todas de uma vez, diminuindo, assim, as atividades de escrita.

Existe vida além da memória flash?

Outros fabricantes pensam além: abandonar a memória flash. Pode ser que essa tecnologia tenha mesmo um limite físico que não possamos vencer tão rapidamente e, portanto, algumas empresas apostam em alternativas, como a MRAM, memória magnética que deve alterar completamente o sistema de leitura e escrita, e a FRAM, memória ferroelétrica que tem investimentos de grandes empresas, como Samsung e Toshiba.
Mas a grande esperança vem mesmo pelo memristors, invenção da HP que reúne memória e transistor em um único componente. A grande vantagem dessa tecnologia em relação ao transistor de gate flutuante é o fato de que o memristor possui diferenças de implementações que o tornam rápido como a RAM, com a capacidade de manter informações gravadas e, além disso, mais resistente do que a memória flash.
Por enquanto, o memristor está um pouco longe de chegar ao mercado e está restrito aos laboratórios de pesquisa, principalmente por seu custo. Mas descobertas recentes já ajudaram a baratear a sua fabricação.

Vale a pena comprar SSD?

Como todos os problemas relacionados à memória flash, muitos devem se perguntar se, mesmo assim, vale a pena comprar um drive SSD. Nesse caso, a resposta é um grandioso “SIM!”. Por mais cara que seja atualmente, essa é a melhor tecnologia que temos e um dos poucos componentes que, ao ser instalado em seu computador, fará com que você perceba uma grande melhoria no desempenho.



Trocar a placa de vídeo da sua máquina ajudará a melhorar o visual e desempenho daquele game irado, mas com HD comum ele ainda pode demorar muito para ser iniciado. O mesmo pode acontecer com um upgrade de processador: mais velocidade de cálculos é excelente, mas aquele software “pesado” pode continuar demorando a ser carregado. Nem mesmo mais memória RAM pode causa um impacto tão grande no desempenho quanto o da substituição do HD pelo SSD.
A nós, consumidores, resta a espera: torcer para que a memória flash continue evoluindo e que, no futuro, tenhamos chips com mais densidade e confiabilidade. Se tudo isso falhar, que venha o memristor.

Fonte: Ars Technica



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Ladrões levam protótipos secretos dos notebooks Razer Blade




Nesta segunda-feira, os escritórios da Razer em São Francisco foram invadidos. Os ladrões levaram dois protótipos da linha Blade de notebooks, os quais ainda estavam sendo testados para o lançamento. A empresa é famosa por fabricar componentes e PCs feitos para o máximo desempenho em jogos.
A última versão prevista da linha Blade possuía processador Core i7 de 2,8 GHz, 8 GB de memória RAM e uma NVIDIA GeForce GT 555M - mais que o suficiente para rodar qualquer jogo. Outro grande destaque são as 10 teclas LED personalizáveis de acordo com os atalhos definidos pelo comprador, que surgiram pela primeira vez no modelo SwitchBlade.
A Razer pede para que todas as informações sejam enviadas ao email cult@razerzone.com.

Windows 7: como aumentar a memória virtual


Memória virtual é um espaço reservado pelo disco rígido que funciona como a memória RAM quando esta se esgota. Tal espaço é denominado arquivo de paginação, e o mecanismo funciona como uma forma de estender a quantidade de memória para dados temporários utilizados pelos aplicativos em execução.
Neste tutorial do Baixaki, você vai ver como configurar e aumentar manualmente a quantidade de memória virtual por meio do Windows 7. Fique ligado, pois o processo todo é muito simples. Confira.

Faça você mesmo


Para começar, clique no botão Iniciar. Em seguida, clique com o botão direito do mouse sobre “Computador” e em “Propriedades”.


No painel à esquerda, clique em “Configurações avançadas do sistema”.

Uma nova janela será aberta. Nela, na aba “Avançado”, clique no botão “Configurações” — há três iguais, clique naquele relacionado à área de desempenho.

Selecione a aba “Avançado” e repare na área “Memória virtual”, na parte de baixo da tela. Clique em “Alterar”.

Nesta nova janela, primeiro desmarque a caixa “Gerenciar automaticamente o tamanho do arquivo de paginação de todas as unidades” — é isso que vai dar a você a liberdade para escolher o espaço em disco que deve ser reservado para exercer a função da memória RAM. Logo abaixo, selecione o drive onde está instalado o seu sistema operacional.
Por último, selecione o botão “Tamanho personalizado” e especifique os tamanhos mínimo e máximo da memória virtual de acordo com a RAM disponível no seu computador. Com tudo certo, clique no botão “Definir” e depois em “OK”.



Este foi mais um tutorial com dicas do GeeK para o Windows 7. Esperamos ter ajudado e até a próxima.


Tela inicial do Windows 8 terá padrões coloridos e customizáveis



O lançamento oficial do Windows 8 deve acontecer somente no final de outubro, mas após o vazamento nesta semana de uma versão final do software, algumas novidades começam a ser reveladas em sites especializados. É o caso das novas telas iniciais do sistema operacional, que podem ganhar padrões coloridos.
Segundo um informante anônimo destacou ao site The Verge, o consumidor terá à sua disposição pelo menos 20 padrões distintos de florais e imagens no estilo pixel-art para aplicação na Área de trabalho. Além da aplicação total ou parcial dos desenhos, será possível ainda customizar alguns deles, modificando as suas cores.
O Windows 8 chega oficialmente às lojas no dia 26 de outubro. Quem já possui uma cópia original do XP, do Vista ou do Windows 7 poderá  fazer a atualização por apenas US$ 39,99 (cerca de R$ 81 na cotação atual).

Governo federal vai usar a faixa de 700 MHz para transmitir sinais 4G



O governo federal anunciou para 2013 o leilão da faixa de 700 MHz para a transmissão de sinais 4G. A frequência, que é a mesma utilizada pelas emissoras de TV, tem entre suas principais vantagens possuir um menor custo operacional e ter um alcance maior do que a faixa de 2,5 GHz leiloada em junho deste ano.
Apesar de suas qualidades, a faixa apresenta um grande obstáculo: como atualmente ela é usada por redes de TV aberta, grandes centros urbanos só conseguirão utilizá-la para transmitir sinais 4G a partir de 2016. Em entrevista à Folha de S. Paulo, o ministro das comunicações, Paulo Bernardo, afirmou que essa é a data limite para as empresas terminarem a transição da televisão analógica para a digital.


Aumento da oferta de internet

Atualmente, a frequência é utilizada nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro como forma de manter a convivência conjunta dos dois sistemas de transmissão televisiva. O principal problema que deverá ser enfrentado pelo governo é o fato de que cerca de 90% das residências brasileiras ainda não possuem aparelhos capazes de receber transmissões digitais.
Bernardo afirma que o leilão da faixa de 700 MHz vai permitir o lançamento de um programa de universalização da banda larga em 2014. O plano do governo é que, até o final do mandato da presidente Dilma Rousseff, 70% dos domicílios brasileiros contem com acesso à internet.


Facebook poderá dobrar velocidade de atualizações do site


                                                           (Fonte da imagem: Reprodução/Ubergizmo)

Facebook anunciou nesta semana que terá a sua capacidade de mudanças nas páginas do site ampliada. Segundo Chuck Rossi, chefe da equipe de engenharia da rede social, após a abertura de um novo escritório em Londres e a contração de um novo engenheiro em Nova York o número de linhas de código escritas aumentou.
“Quando vim para o Facebook, em 2008, eu era o único engenheiro de liberação, coordenando 100 desenvolvedores em um único local”, explicou. “Agora que nós adicionamos mais pessoas em outros escritórios ao redor do mundo, minha pequena equipe na Califórnia está apoiando centenas de desenvolvedores, que estão produzindo seis vezes mais linhas de código”, completou.
Com o volume de codificação alcançado, Rossi espera que a partir de agora a equipe possa dobrar a velocidade de atualização. “Estamos trabalhando para que nossas mudanças possam ser tão rápidas e eficientes tanto em equipes de mil engenheiros quanto em equipes de cem”, finalizou.

Fonte: Facebook